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Antipalavra
Ou isso é poesia ou
não é nada,
um nada absoluto que persiste
em tentar explicar tudo.
Mas um nada que não
é ausência,
e sim, preenchimento ao contrário.
Assim como o mito, um nada
que é tudo, a poesia é um nada
superior ao vazio:
Antipalavra que anula a palavra comum, resultando a realidade.
Essa é a
função do poeta
equilibrar com antipalavras
um mundo construído por palavras
para que a ilusão em que todos vivem
adquira existência.
(Bruno Philippsen - 22/02/08)
O que é isso?
Este é o depósito de criações de Bruno Philippsen, um apaixonado pelas artes, em especial literatura e
música. Ele escreve desde a adolescência, principalmente poesia,apesar de arriscar algumas crônicas e contos. Bruno é tecladista e pianista, e foi integrante de várias bandas de
Passo Fundo (RS). Atualmente tem gravado algumas idéias
musicais em uma banda fantasma: Bernardo e sua banda
imaginária e com uma banda ainda sem nome até o momento...
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